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COMO POSSO INVESTIR NA COMPANHIA?

Investir na companhia é o mesmo que investir no ramo imobiliário. Os lançamentos exclusivos para investidores contam com a criação de Sociedades de Propósito Específico que garante que todos os recursos enviados pelos investidores sejam destinados a cada empreendimento. A administração feita por profissionais garante que se cumpram os requisitos para que o investimento tenha o retorno esperado.

RISCOS DA OPERAÇÃO A UTILIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA TERCEIRIZADA PODE GERAR CUSTOS DE NATUREZA TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA

A Empresa possui um número reduzido de empregados próprios. Atualmente cerca de 90% da mão-de-obra contratada direta ou indiretamente pela construtora é composta por trabalhadores terceirizados. A utilização de mão-de-obra terceirizada pode implicar na assunção de contingências de natureza trabalhista e previdenciária. A assunção de tais contingências é inerente à contratação de terceiros, uma vez que pode ser atribuída à Construtora, na condição de tomadoras de serviços de terceiros, a responsabilidade pelos débitos trabalhistas e previdenciários dos empregados das empresas prestadoras de serviços, quando estas deixarem de cumprir com suas obrigações trabalhistas e previdenciárias. As ocorrências de eventuais contingências são de difícil previsão e quantificação, e se vierem a se consumar poderão afetar adversamente a situação financeira e os resultados da Companhia.

PROBLEMAS COM O EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO QUE FOGEM AO NOSSO CONTROLE, PODEM GERAR EVENTUAL PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO PELA IMPOSIÇÃO DE RESPONSABILIDADE CIVIL

A Empresa adquire material de construção de terceiros e terceiriza parte dos serviços de mão-de-obra que necessita para desenvolver este empreendimento. Em conseqüência disto, o prazo e a qualidade do empreendimento está sujeito a fatores que estão fora do nosso controle, incluindo, mas não se limitando, a qualidade e tempestividade na entrega do material de construção fornecido para obras e a capacitação técnica dos profissionais e colaboradores terceirizados, tais como os empreiteiros. Conforme o disposto no artigo 618 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, estamos obrigados a prestar garantia limitada ao prazo de cinco anos sobre defeitos estruturais e substanciais em nosso empreendimento e podemos vir a ser demandados com relação a tais garantias. Nestas hipóteses, podemos incorrer em despesas inesperadas.

A ESCASSES DE CRÉDITO E/OU AUMENTO NAS TAXAS DE JUROS PODEM GERAR DIFICULDADES NAS VENDAS

Os compradores de nossas Unidades geralmente dependem de empréstimos para financiar as suas aquisições. A escassez de recursos no mercado para obtenção de financiamentos, a mudança de políticas atuais para concessão de financiamentos e/ou o aumento nas taxas de juros podem afetar adversamente a capacidade ou intenção de compradores potenciais de adquirir as Unidades. A maioria dos financiamentos obtidos pelos consumidores para a compra imóveis é realizada pelo Sistema Financeiro de Habitação, que é, por sua vez, financiado com recursos provenientes dos depósitos em poupanças. Soma-se a isso a forte diferença entre os recursos captados aos recursos hoje utilizados em financiamentos pelo SFH. Adicionalmente, caso a economia entre em estado recessivo, podemos esperar, novamente, uma redução na velocidade de vendas de Unidades e um aumento na inadimplência por parte dos clientes, o que também poderá ter um efeito adverso para a Empresa.

O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS IMPLICA RISCOS NORMALMENTE ASSICIADOS À CONCESSÃO DE FINANCIAMENTOS

Como é habitual entre as empresas do setor imobiliário, concedemos financiamentos a alguns dos compradores das Unidades de nossos empreendimentos imobiliários. Conseqüentemente, estamos sujeitos aos riscos inerentes à concessão de financiamentos, incluindo o risco de crescimento da inflação, inadimplência do principal e juros e o risco de aumento do custo dos nossos recursos por nós captados. Neste sentido, além da incidência da taxa de juros de 12% ao ano em parte das parcelas de pagamento, os nossos contratos de venda a prazo prevêem atualização monetária pelo Índice Nacional de Custo da Construção ("INCC") durante a construção das Unidades e pelo IGP-M após a conclusão das obras, ambos variáveis de acordo com a inflação. Caso haja um crescimento da inflação, o endividamento dos nossos clientes decorrente da celebração dos contratos de venda a prazo poderá vir a aumentar, ocasionando um crescimento da inadimplência. Caso isso ocorra, a nossa geração de caixa e, portanto, os nossos resultados operacionais poderão vir a ser afetados adversamente.

ACONTECIMENTOS RECENTES EM ECONOMIAS CONSOLIDADAS, ESPECIALMENTE DOS ESTADOS UNIDOS, PODEM GERAR PRECIFICAÇÃO PARA BAIXO DE NOSSAS UNIDADES

Os valores de terrenos e unidades habitacionais, assim como outros seguimentos de nosso mercado, sofre interferência indireta das economias externas. Uma possível desaceleração nestas economias pode gerar uma demanda menor por produtos, inclusive de nossos empreendimentos, baixando dessa forma o valor de venda de nossas unidades habitacionais, refletindo diretamente no resultado da empresa.

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